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sábado, 15 de agosto de 2026

Inadimplência recorde amplia riscos à saúde mental dos brasileiros

 

A vergonha, o medo e a ansiedade de não conseguir pagar as contas ou comprar algo desejado são sentimentos que costumam acompanhar quem enfrenta dificuldades financeiras. Especialistas em saúde mental apontam que os impactos da inadimplência vão além do orçamento, enquanto o estresse causado pelas dívidas pode agravar quadros de ansiedade, depressão e compulsão.

"Me afetava em tudo. Se eu ia comprar uma coisa, eu me sentia culpada. Logo em seguida, eu me sentia diminuída por não poder comprar por causa da dívida". O relato é da influenciadora e psicóloga Carol Rocha, uma entre milhões de brasileiros que, desde cedo, enfrentaram problemas financeiros no ambiente familiar.

Dados coletados pela Serasa, em parceria com o Instituto Opinion Box e divulgados no fim de 2025, mostram que 84% dos brasileiros já tiveram a saúde mental afetada por problemas financeiros.

Um dos sintomas recorrentes em meio a esse sofrimento mental é a ansiedade, relatada por 49% dos consumidores.

A preocupação de Carol, também conhecida nas redes sociais como Tchulim, começou com um nome “sujo”, quando ainda tinha 18 anos.

Sem ter ciência sobre o assunto, a influenciadora percebeu um hábito comum na família: o de utilizar nomes limpos de parentes mais jovens para compras que, uma hora ou outra, acabariam não sendo pagas.

Foi justamente o "nome sujo" que virou tendência crescente no Brasil em 2026. Segundo dados de julho do Mapa da Inadimplência e Renegociação de Dívidas, 83,9 milhões de pessoas estão negativadas no país atualmente.

Elaborado mensalmente pela Serasa há 10 anos, o levantamento chegou ao maior valor aferido na série histórica após 19 meses consecutivos de alta.

Dívida X Inadimplência: Estar endividado não significa necessariamente estar inadimplente. Uma pessoa pode ter dívidas e manter os pagamentos em dia.

"Quando fui sair de casa, eu precisava alugar um apartamento, dividir contas, mas tinha esse empecilho. Isso me causava uma ansiedade enorme. Eu sabia que tinha uma dívida muito grande, mas não tinha nem noção de quanto era e isso me preocupava", conta Carol em entrevista ao Diário do Nordeste.

Com informações do Diário do Nordeste..

No Nordeste, Ceará reconquista a liderança da Porsche; Bahia cai para segundo lugar

Foto Divulgação.
Depois de perder, em 2025, o posto de principal mercado da Porsche no Nordeste para a Bahia, o Ceará voltou ao topo no primeiro semestre de 2026. Segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave-CE), foram 84 unidades emplacadas no Ceará entre janeiro e junho, contra 71 na Bahia. 

No ano passado, a Bahia havia superado o Ceará ao registrar 197 unidades comercializadas, enquanto o mercado cearense somou 188. Antes disso, o Estado vinha de 216 emplacamentos em 2023 e de um recorde de 237 unidades em 2024.

Pernambuco aparece em terceiro lugar no ranking regional, com 58 unidades emplacadas no primeiro semestre. O mercado pernambucano, vale destacar, também é administrado pelo grupo cearense New, responsável pela operação da Porsche no Ceará.

Modelos mais vendidos

Nas três autorizadas da marca alemã no Nordeste, o modelo mais vendido é o Cayenne. Em segundo lugar, está o clássico e esportivo 911 enquanto o SUV Macan vem em seguida fechando o pódio de três.

Com informações do Diário do Nordeste.

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