
A Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) deflagrou, na manhã desta terça-feira (10), uma operação para cumprir três mandados de prisão – dois temporários e um preventivo – contra homens de 30, 44 e 50 anos suspeitos de envolvimento em um homicídio qualificado no município do Crato. As ações ocorreram nos bairros Vila Velha e Parque Santa Rosa, em Fortaleza, e em Maranguape.
De acordo com a Delegacia Regional do Crato, o trio é investigado por participação no homicídio de um homem de 40 anos, ocorrido no dia 20 de abril deste ano. Conforme as apurações, o crime teria sido motivado por uma dívida.
As investigações levaram a localização de homem, de 30 anos, apontado como executor do crime. Contra ele foi cumprido um mandado de prisão preventiva. O mesmo já possuía passagem por crime de extorsão. Os outros dois suspeitos, de 44 e 50 anos, também foram detidos. Esse último, possui passagem por porte ilegal de arma de fogo. Um quarto suspeito já havia sido preso em flagrante logo após o crime.
Durante as operações, aparelhos celulares foram apreendidos, e os três detidos foram conduzidos a uma unidade policial para o cumprimento das ordens judiciais. Agora, todos os suspeitos estão à disposição da Justiça.
Comissão aprova PL que amplia uso de tornozeleira eletrônica para agressores de mulheres

Na última terça-feira (10), a Comissão de Segurança Pública aprovou o Projeto de Lei (PL) que permite ao juiz determinar o uso de tornozeleira eletrônica para agressores que cometeram violência doméstica contra a mulher. Agora, a proposta passará por avaliação na Comissão de Constituição e Justiça.
O projeto altera a Lei Maria da Penha (nº 11.340, de 7 de agosto de 2006 ) para possibilitar que o monitoramento seja feito desde o início do processo. De acordo com Agência Senado, hoje, o uso de tornozeleira eletrônica pode ser determinado somente como alternativa à prisão, caso o condenado descumpra a medida protetiva, que estabelece um limite mínimo de distância entre o agressor e a vítima.
A medida aprovada pela Comissão também permite ao juiz conceder à mulher vítima da violência o uso do botão do pânico, um dispositivo que serve como alerta para notificar uma possível aproximação do agressor.
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