quarta-feira, 13 de julho de 2022

Creche é incendiada no interior do Ceará

Prefeitura do município suspeita que fogo tenha sido provocado de forma criminosa

Incêndio em creche no Crato destruiu parte do mobiliário e da estrutura da unidade

A Polícia Civil do Ceará investiga um incêndio na madrugada da última segunda-feira (11) no Centro de Educação Infantil (CEI) Ailza Goncalves Felício, no Bairro Pantanal, no Crato, na região do Cariri cearense. A prefeitura do município acredita que o fogo foi ato de vandalismo. Ninguém ficou ferido.
No local, pelo menos uma estante, retirada de dentro do equipamento e deixada no pátio, ficou destruída pelas chamas. O fogo também danificou parte da estrutura do prédio, que ficou parcialmente destelhado.
A prefeitura do Crato informou que a Guarda Civil Metropolitana e o Corpo de Bombeiros foram acionados em relação ao caso. A guarda está fazendo levantamentos para identificar os autores da ação. Ainda segundo a gestão municipal, haverá continuidade das rondas nas escolas municipais.
Já a Polícia Civil informou que o incêndio foi registrado em Boletim de Ocorrência (BO), sendo apurado pela Delegacia Regional do Crato. A corporação comunicou que há diligências em andamento para identificar os suspeitos do crime.

Suspeitos de incêndio em creche no Crato atearam fogo a um móvel do equipamento no pátio do local

PEC do Piso da Enfermagem é aprovada no Congresso Nacional


Foi aprovada em primeiro turno nesta terça-feira (12) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que dá segurança jurídica à aplicação do piso nacional da enfermagem. Essa é a etapa final antes de a mudança na legislação ser promulgada. A PEC foi aprovada com 425 votos a favor e 7 contrários.

O partido Novo tentou tirar a proposta de pauta, mas o requerimento foi rejeitado. A votação em segundo turno deve acontecer na próxima quarta-feira (13). O amplo apoio na primeira votação dá tranquilidade para o resultado na segunda rodada.

O piso da categoria foi aprovado no início de maio, mas ainda não foi enviado para sanção ou veto do presidente Jair Bolsonaro (PL). Os parlamentares têm atuado em articular projetos paralelos para assegurar a aplicação dos novos salários, evitando questionamentos jurídicos e tentando buscar uma fonte de financiamento para mitigar alegações de falta de recursos para bancar os valores.

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