O julgamento final do processo de impeachment da presidente afastada, Dilma Rousseff, começará em 25 de agosto e a petista será intimada sobre o andamento do caso nesta sexta (12), na parte da tarde, depois que seu advogado, o ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, entregar as alegações finais da defesa.
Assim, o caso poderá ser encerrado ainda em agosto, conforme previsão de senadores da base aliada do governo interino. Dilma será intimada por um oficial de Justiça a serviço do presidente do STF, Ricardo Lewandowski, responsável por comandar o processo de impeachment, de acordo com a legislação. A presidente, no entanto, não é obrigada a comparecer.
Na semana que vem, Lewandowski se reunirá com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e líderes partidários para traçar o roteiro da sessão que pode demorar até cinco dias. Eles devem combinar procedimentos do rito processual bem como estipular horários para o início e suspensão da sessão a cada dia.
Advogados da acusação, no entanto, já informaram que não pretendem convocar as seis testemunhas a que têm direito justamente para agilizar a conclusão do processo. Um dos autores da denúncia contra Dilma, Miguel Reale Júnior, afirmou que deve levar, no máximo, entre duas e três pessoas.
Senadores aliados a Michel Temer querem concluir o processo em, no máximo, três dias. A pressa se dá para que o interino possa viajar para a China, para participar da reunião de cúpula presidencial do G20, que acontece em 4 e 5 de setembro.
Temer quer ir como presidente efetivo do Brasil.
Adversários do interino, no entanto, atribuem a pressa do peemedebista a um medo de que delações de envolvidos na Lava Jato possam enfraquecê-lo a ponto de perder apoio na votação final.
A defesa, por sua vez, pretende levar as seis testemunhas a que tem direito mas ainda não definiu quem será chamado. Senadores da oposição defendem o convite ao procurador do Ministério Público Federal, Ivan Cláudio Marx, que em julho decidiu que as chamadas pedaladas fiscais -atrasos nos pagamentos de valores devidos a bancos e fundos públicos- não podem ser configuradas como crime.
Dilma é acusada de editar três decretos de créditos suplementares sem aval do Congresso e de usar verba de bancos federais em programas que deveriam ser bancados pelo Tesouro, as chamadas "pedaladas fiscais" -quando foram quitadas, em 2015, o valor pago foi de R$ 72,4 bilhões.
Cardozo tem até as 13h40 desta sexta para entregar as alegações finais da defesa.
Em seguida, são necessários dez dias de intervalo para que se inicie o julgamento final. Como o prazo não pode começar a ser contado em um final de semana, ele se iniciará na próxima segunda (15).
Nesta quarta (10), o Senado concluiu a votação intermediária do processo, que tornou Dilma ré por 59 votos a 21.
Assim, o caso poderá ser encerrado ainda em agosto, conforme previsão de senadores da base aliada do governo interino. Dilma será intimada por um oficial de Justiça a serviço do presidente do STF, Ricardo Lewandowski, responsável por comandar o processo de impeachment, de acordo com a legislação. A presidente, no entanto, não é obrigada a comparecer.
Na semana que vem, Lewandowski se reunirá com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e líderes partidários para traçar o roteiro da sessão que pode demorar até cinco dias. Eles devem combinar procedimentos do rito processual bem como estipular horários para o início e suspensão da sessão a cada dia.
Advogados da acusação, no entanto, já informaram que não pretendem convocar as seis testemunhas a que têm direito justamente para agilizar a conclusão do processo. Um dos autores da denúncia contra Dilma, Miguel Reale Júnior, afirmou que deve levar, no máximo, entre duas e três pessoas.
Senadores aliados a Michel Temer querem concluir o processo em, no máximo, três dias. A pressa se dá para que o interino possa viajar para a China, para participar da reunião de cúpula presidencial do G20, que acontece em 4 e 5 de setembro.
Temer quer ir como presidente efetivo do Brasil.
Adversários do interino, no entanto, atribuem a pressa do peemedebista a um medo de que delações de envolvidos na Lava Jato possam enfraquecê-lo a ponto de perder apoio na votação final.
A defesa, por sua vez, pretende levar as seis testemunhas a que tem direito mas ainda não definiu quem será chamado. Senadores da oposição defendem o convite ao procurador do Ministério Público Federal, Ivan Cláudio Marx, que em julho decidiu que as chamadas pedaladas fiscais -atrasos nos pagamentos de valores devidos a bancos e fundos públicos- não podem ser configuradas como crime.
Dilma é acusada de editar três decretos de créditos suplementares sem aval do Congresso e de usar verba de bancos federais em programas que deveriam ser bancados pelo Tesouro, as chamadas "pedaladas fiscais" -quando foram quitadas, em 2015, o valor pago foi de R$ 72,4 bilhões.
Cardozo tem até as 13h40 desta sexta para entregar as alegações finais da defesa.
Em seguida, são necessários dez dias de intervalo para que se inicie o julgamento final. Como o prazo não pode começar a ser contado em um final de semana, ele se iniciará na próxima segunda (15).
Nesta quarta (10), o Senado concluiu a votação intermediária do processo, que tornou Dilma ré por 59 votos a 21.
Fonte: Noticias ao Minuto
Ônibus da Gontijo é assaltado na BR 020 próximo a divisa CE/PI
Um ônibus da Empresa Gontijo que seguia do município de Picos no Estado do Piauí, com destino a cidade de Tauá no Ceará, foi interceptado por bandidos armados que assaltaram os passageiros e tripulação. Até mesmo um policial de Tauá que vinha no ônibus, teve a arma tomada pelos assaltantes. O fato aconteceu por volta de 22hs desta quinta-feira (11), a aproximadamente 30 km do posto fiscal, na divisa do Ceará com o Piauí, entre os municípios de Pimenteiras /PI e Parambu/CE, quando quatro elementos armados interceptaram o ônibus obrigando o motorista a estacionar e praticaram os assaltos, levando dinheiro, celulares e outros pertences dos ocupantes do ônibus. Uma das vítimas, foi o policial do Ronda do Quarteirão, lotado no 13° BPM de Tauá, soldado Reginaldo Alves da Silva (SD Alves), que teve a sua arma pessoal, uma pistola, levada pelos bandidos. Depois do assalto os meliantes fugiram em um carro pequeno tomando rumo ignorado. O ônibus seguiu viagem com destino a Tauá, onde foram registrados boletins de ocorrência na Delegacia Regional de Polícia Civil. Repórter Lindon Jonhson Via: Portal de Noticia CE
Vídeo: Ônibus da empresa Guanabara com destino a Sobral, foi usado por bandidos como "barreira" no assalto a dois carros forte em São Luis do Curu
Segundo informações colhidas pelos nosso Blog de passageiros que estavam no ônibus que foi usado para trancar a BR 222, houve pânico entre os passageiros, o Coletivo estava completamente lotado.
A informação que tivemos, é que na hora em que o ônibus transita foi interdita por veículos com bandidos apontando a arma de foga para o motorista e pedindo que o mesmo parasse. Após o veículo parar, o motorista foi obrigado a colocado como “obstáculo” no meio da BR222, impedindo a passagem de outros veículos, a chave do ônibus foi tomada por um bandido que jogou-a nos matos ao lado da rodovia.
Os passageiros disseram que perceberam que trata-se de um assalto a carro forte e ouviram as explosões que ocorreram no local onde estava acontecendo o assalto.
No local foram explodidos dois Carro forte da empresa BRINK’S, que soube que o bando teriam levado algo em torno de mais de um milhão de reais.
O ônibus da Guanabara com destino a Sobral chegou aqui na cidade por volta das 22 horas, o que deixou muitos familiares preocupados como que teria acontecido. Vários familiares foram até a Agencia da Guanabara na Rodoviária de Sobral para colher informações do atraso desse ônibus e que acontecido.
Veja o vídeo nos foi enviado por um amigo via WhatsApp, Produção: Ivo Zarante.
Fonte: Sobral Agora


Nenhum comentário:
Postar um comentário