A diretora-geral da Unesco, Irina Bokova, destacou a importância deste meio de comunicação em situações de crise e defendeu laços fortes entre a defesa civil e os profissionais de rádio nos países-membro, pelo potencial do meio para salvar vidas.
“O rádio é um dos nossos mais fortes aliados para enfrentar desastres naturais e emergências humanitárias. Ele nos permite prevenir perigos e mobilizar salvamentos. Ele ajuda a disseminar informações vitais para proteger a vida humana e para apoiar a reconstrução. Ele recria conexões entre comunidades, restaura o contato entre pais e filhos e entre famílias separadas por crises”, disse Irina em vídeo gravado para a data.
Em todo o mundo, o Dia Mundial do Rádio será comemorado por meio de parcerias com emissoras de rádio internacionais que estão fazendo transmissões ao vivo por meio do site www.diamundialradio.org, disponível nas seis línguas oficiais da ONU: inglês, espanhol, francês, árabe, chinês e russo.
Dia Mundial do Rádio
Em 2012, a Unesco aprovou o dia 13 de fevereiro como o Dia Mundial do Rádio. A data é dedicada a celebrar o rádio e incentivar as grandes redes e as rádios comunitárias a promover o acesso à informação, à liberdade de expressão e à igualdade de gênero.
Entre as vantagens do veículo está o baixo custo de produção e a capacidade de alcançar comunidades remotas e pessoas vulneráveis. O rádio também permite o debate público, independentemente do nível educacional das pessoas, e tem um papel forte e específico na comunicação de emergência e no socorro em desastres.
Com informações da Agência ONU
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Os gastos compreendem redação jornalística e reportagem fotográfica para núcleo permanente e serviços de apoio para a realização de atividades de comunicação durante o período eleitoral, mediante alocação de postos de trabalho pelo período de 12 meses.
Cientistas criam camisinhas ultrafinas e resistentes feitas com grama
Cientistas australianos criaram uma camisinha tão fina quanto um fio de cabelo e o melhor: sem qualquer perda de resistência. O novo produto, elaborado com a polpa da grama tipo spinifex, comum na Austrália e no Oriente Médio, suporta 20% mais pressão e teve 40% do volume expandido em relação às camisinhas tradicionais.
De acordo com os pesquisadores do Instituto Australiano de Bioengenharia e Nanotecnologia (AIBN), o novo material é "um nano-aditivo flexível, que consegue fazer uma membrana mais forte, mais maleável e flexível". As camisinhas são 30% mais finas que as proteções ultrafinas disponíveis no mercado, com 0,045 milímetro. Com a nova descoberta, cientistas afirmaram que seria possível inovar também nas luvas de látex, deixando-as ainda mais fortes e finas, dando um toque mais sensível às mãos dos usuários, além de mais baratas.
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